24 de set. de 2008
Estou vivo!!!
Ainda vivo sobre o planeta .
(pausa dramática )...
afinal o que seria das coisas erradas se não fosse o "gordinho de óculos"
e tenho dito .
Eu não discuto com bêbado ...
xD
11 de set. de 2008
Por que humor?
Fazer piada é uma arte, tenho vários amigos que são muito engraçados e tenho certeza que todos os têm. É estranho como a maioria desses amigos, assim como eu, não sabem como fazer esta mesma graça quando escrevendo. Não que eu não consiga isso... Tenho certeza que já fiz vários amigos rolarem de rir ao conversar comigo no MSN, ou ao ler piadinhas no orkut, mas é diferente. Quando eu mando uma mensagem, ou um scrap, eu sei para quem estou mandando, sei o que esta pessoa pensa e sei o que fará ela rir. Agora, escrever uma piada sem saber quem vai ler é praticamente impossível!
Eu sou fotografo hoje em dia. Digo hoje em dia porque não planejei isso, não entrei em um curso para isso, apenas apareceu na minha frente como um passe de mágica. Ouvi em algum lugar que Deus protege os bêbados e os idiotas (provavelmente ouvi em algum seriado americano). Se isso for verdade espero não ser tão idiota a ponto de esquecer de tomar meu Engov regularmente.
Comecei ajudando um fotografo, como assistente. Depois aprendi a usar uma máquina, apertar os botões certos, regular velocidade, abertura, saber o isso certo para cada luz... Essas coisas chatas. Tudo isso para que? Para ser comparado a uma camareira de motel. Aquele que trabalha onde os outros se divertem. O que está sóbrio enquanto todos os outros estão bêbados (claro que com a nova lei de tolerância zero com álcool meus amigos estão aprendendo o que é isso também).
A questão não é essa. Não é o que sou agora, mas o que quero ser. Sempre quis fazer a faculdade de jornalismo, acredito que ela irá me ensinar a fazer piadas que tenham graça mesmo para aqueles que eu não conheço. Não só piadas, mas também passar a minha idéia sobre o mundo, que minha opinião seja clara e bem formulada. Se isso não acontecer espero ao menos ter aproveitado as festas e a bebida.
Acredito que não somos nosso passado, nem nosso futuro e muito menos nosso presente. Eu não sou eu, não sou aquele que eu vejo quando olho no espelho. Eu sou o que está dentro de mim, que ninguém vê. Sou minhas idéias, meus planos e minhas vontades. Minha maior vontade é passar alegria e a verdade, para isso estou aqui.
1 de set. de 2008
Má ôeeee!!!
Mas quem espera que eu saia pendurando cortinas floreadas e espalhando violetas nas janelas, pode esperar sentado magrão. Não é bem isso que eu vou fazer.
Bom, como eu falei pro Juliano antes de postar isso, esse vai ser o texto mais mela-cueca que eu vou postar, prometo que nos próximos farei jús as calças que visto.
Bem, sem mais delongas, aí vai o texto de hoje, e espero que faça sentido para alguém, por que essas questões me tiraram o sono durante uma semana.
Como saber como começa uma história? E como saber quando ela termina?
Existem histórias onde esses limites perecem estar muito bem determinados. Como na nossa história na escola, por exemplo. Ela começa quando ainda somos crianças, pura potência de ser um dia aquilo que ainda nem imaginamos que seremos. Isso acaba talvez cedo demais. Talvez saiamos da escola sem bem saber o que queremos ser.
Mas, voltemos à parte central do meu texto. Como saber quando começa uma história? E o que nos indica que ela chegou ao fim?
Espero que estejam entendendo o que quero dizer quando me refiro a uma história. Falo de uma, só uma, daquelas infinitas correlações que fazemos com o mundo e com as outras pessoas, relações as quais administramos (ou tentamos administrar) da melhor maneira possível ao longo de nossas vidas. A isso chamo história.
Pode ser uma história de amor, amizade, parceria profissional, família, raiva paixão, e, por que não, uma história de simples e descomplicado sexo, apenas sexo, ao melhor estilo das pornochanchadas brasileiras dos anos 70. Todas estas histórias têm em comum o fato de todas precisarem de um começo, e indubitavelmente carecerem de um fim.
Uma amiga me disse que tudo nessa vida é cíclico, inclusive as relações que desenvolvemos com as pessoas. Segundo ela, algumas dessas ligações são bastante fortes e nos acompanham até a morte. Outras, porém, mesmo que pareçam fortes, com o tempo enfraquecem e definham até desaparecerem por completo.
O nascimento desses elos parece ser mais evidente e espontâneo do que o processo complexo que os fazem perecer. Esses processos, por vezes são gradativos e por vezes bruscos e instantâneos, mas sempre são complexos. Eles fazem as partes que dividem o elo pensarem, repensarem e pensarem de novo sobre os motivos que justificam tal ligação. Fazem-nos retornar aquele momento espontâneo e evidente do nascimento do elo e passam a talvez querer que esse momento nunca houvesse existido.
Diferentemente do que supuseram os publicitários da Garoto na recente campanha do bombom “Serenata de Amor”, não existe um botãozinho vermelho, um simples “click” que faça acabar uma desses histórias, ou começar outra.
Eu ainda não sei exatamente o que faz uma história acabar, mas não consigo parar de pensar que a perda da confiança e do respeito mútuos devem ser grande parte do motivo.
Então, pensem bem amiguinhos, antes de resolverem atender aquele telefonema da ex, antes de sair no sábado sem avisar, ou antes de fazer uma fofoquinha inocente sobre aquele seu amigo, pensem:
“Eu realmente quero apertar aquele botão vermelho?”.
31 de ago. de 2008
Português Global
by Juliano Antunes
Há alguns meses minha chefe comentou comigo que compraria o livro “Dicionário de Porto Alegres” do prof. Fischer para mandar de presente para uma amiga da Bahia. Ficamos algum tempo conversando sobre as diferenças da nossa língua e suas variações regionais.
Falamos o Português, mas sentimos uma grande diferença quando conversamos com nossos vizinhos de outros estados. Essa diferença é ainda maior quando comparamos o nosso Português com o Português falado em outros países. Quando ouvimos alguém de fora falando Português, mesmo que esta seja sua língua materna, temos dificuldade para entender, tanto seu vocabulário quanto a construção frasal. Este é o tema do filme “Língua - Vidas em Português”, um documentário sobre a diversidade da nossa língua nos diversos países em que ela é falada.
Precisamos de legendas para compreender um moçambicano nos contar a historia de sua vida, ou um escritor Português dissertar sobre as diferenças culturais entre os países de língua portuguesa. Legendas que não são necessárias quando encontramos um argentino no litoral catarinense e conversamos sobre quem é o melhor, se Pelé ou Maradona.
Esse documentário nos deixa a dúvida se todos falamos o mesmo Português, ou se cada local tem o “seu Português”. Particularmente eu acredito que apenas não estamos acostumados com a maneira de falar de outros países. Nossos ouvidos estranham muito menos se conversarmos com algum castelhano do que com um nativo de Portugal. Isso porque temos contato mais direto com nossos países vizinhos.
Tentem conversar com alguém do interior, que use gírias que não sejam conhecidas, que não tenha seu jeito de falar transmitido na novela das 20h em rede nacional. O estranhamento que nossos ouvidos terão vai com certeza ser muito próximos ao estranhamento que teremos ao falar com algum estrangeiro falando Português.
A destruição da Torre de Babel seccionou o mundo em diversas línguas, e a mídia está fazendo o papel inverso. Será que se não tivéssemos emissoras de televisão e rádio transmitindo em cadeia nacional 24hs por dia nós conseguiríamos nos comunicar tão bem com alguém do Acre, por exemplo? Ou seria como conversar com um Angolano?
Acredito que falamos todos o Português, mesmo que precisando de legendas nos primeiros minutos de conversa, o convívio mais direto faria ir por terra estas diferenças, assim como logo entendemos alguém de outro estado. Apenas precisamos de um pouco de tempo para entender a singularidade de cada cultura, pois a maneira de falar sempre expressa um pouco da cultura do seu falante.
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Now playing: The Prodigy - Crazy Man
via FoxyTunes
19 de ago. de 2008
Charlie Harper lifestile
Há algumas semanas tenho acompanhado as primeiras temporadas do seriado “two and a half man”, estrelado por Charlie Sheen, onde ele vive uma caricatura dele mesmo (Charlie Harper). Um solteirão bem de vida que vive numa casa na praia, tem um belo carro na garagem e tem uma grande facilidade de conquistar as mulheres.
Para melhor compreensão do artigo recomendo que assistam a alguns episódios desta série
De tanto assistir a essa série acabei com uma duvida. Quais os valores realmente são importantes na nossa vida?
Bom, para explicar... Não acredito que ninguém que veja o estilo de vida de Charlie Harper não tenha o invejado ao menos por alguns instantes. O desejo, por mais que seja interior, de preocupar-se muito com o bem estar pessoal e ter diversão na vida entra constantemente em confronto com a regra do bom samaritano. Somos bombardeados por valores da família e da sociedade, onde o que importa é nossa aparência, seja física, moral ou financeira. Mas, qual é a relação dessa aparência em nossa realização pessoal?
Não vou entrar no mérito das varias mulheres que rodeiam a série, até porque isso me acarretaria em algumas horas de DR e eu não estou psicologicamente disposto a isso ainda. Quero entrar na discussão da visão que temos do uso de álcool.
Temos uma visão preconceituosa daqueles que fazem uso regular de bebida, mas não paramos para analisar que ela esta presente na vida de muitos daqueles que achamos intelectualmente superiores e acabam nos servindo de exemplos indiretos.
Explico: Nossos ídolos: sejam músicos, escritores, atores, cineastas, redatores, roteiristas e celebridades em geral, em sua grande maioria bebem muito mais que pessoas “comuns” e puritanas.
Não quero fazer uma ode ao álcool, como se este fosse um catalisador das idéias, ou uma espécie de fermento para a imaginação (não que não seja). Apenas quero que paramos e pensamos se o preconceito que temos por aqueles que gostam da coisa é realmente fundado!
De onde tiramos que isso é errado? Ou mais, de onde vem a nossa idéia de certo ou errado? Ultimamente ando revendo os meus valores, e como conseqüência estou reavaliando os valores sociais em uma maneira geral. Acredito que tem muita coisa errada por ai e pretendo escrever muito sobre isso. Será que a maioria vai concordar comigo e rever seus próprios conceitos ou vai me (pré) conceituar como beberrão e achar que apenas estou procurando álibis para encher a cara?
14 de ago. de 2008
Querido Diario ....
Como assim , o blog é meu ....
Não tenho que agradar a todos , muito menos quem posta como anônimo.
Já dizia a minha Vó quem fala o quer ouve o que não quer , e que venha as bombas, e a nova descoberta da semana é q caipira com vinho não da ressaca , eu acho ...
grande abraços para quem lê as minhas bobagens , no final de semana pretendo escrever algo de útil .
Custe o que Custar ....
Félix Grivot
12 de ago. de 2008
Escreva um título aqui!
Acabei de ver o CQC, e nada. Entrei no site do Kibe e tb nada. No site do Terra só besteiras! Não sei se porque as campanhas eleitorais começaram, mas parece que não acontece nada de novo! Estamos sem notícias, sem assunto, sem textos! É nessas horas que eu paro e penso:
Puta que pariu! Fudeu!
Linkizinho maneiro pra quem gosta de seriados:
http://www.brazilseries.xpg.com.br/
4 de ago. de 2008
Leis incontestáveis..

31 de jul. de 2008
28 de jul. de 2008
Grupo de amigos + Matanza...

